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O processo pela qual as plantas se ALIMENTAM é chamado de FOTOSSÍTESE, para realizá-lo os vegetais precisam absorver alguns recursos naturais do ambiente onde estão, como água, energia luminosa, sais minerais, oxigênio e GÁS CARBÔNICO, ao fazerem isso elas fazem uma mistureba (reação química) para tranformar tudo em GLICOSE e ter energia para sobreviver e realizar suas funções, como resultado deste processo de alimentação, elas também liberam Oxigênio O2.

Imagem Jussara Oleques – Temas de Ciências

Algumas plantas “comem” mais do que outras, entre elas também existe uma relação ecológica classificada como desarmônica de competição. Podemos dizer que todas querem seu lugar ao sol, afinal de contas a energia luminosa é indispensável para realização da fotossíntese.  Próximo ao chão existe um grupo que chamamos de herbáceas, cuja as folhas são bem maiores do que as outros, é claro que tem um motivo para serem assim, em uma floresta fechada, fica difícil absorver a luz estando próxima do solo, em relação as demais  bem mais altas e de copa mais frondosa. As herbáceas tendo folhas maiores, tem mais chances de absorver a luz solar pela maior extensão, característica que as torna aptas para sobrevirem no ambiente onde estão inseridas.

Taioba – Xanthosoma sagittifolium – Herbácea Imagem Terra da Gente

Voltando a falar de CO2, na floresta, por exemplo, as espécies mais comilonas são as chamadas pioneiras, ou seja, as que surgem primeiro, como as gramíneas e a imbaúba – na verdade, elas são as primeiras habitantes da floresta justamente porque comem mais e se desenvolvem mais rápido. Árvores de grande porte até absorvem mais CO2 do que as pioneiras, afinal a área de folhas e a própria estrutura delas é muito maior – as pioneiras, em geral, são pequenas, têm tronco fraco e não vivem muito. Mas, da mesma forma que absorvem muito, também respiram muito (lembre-se que as plantas também respiram!) e, no final das contas, acabam expelindo uma parcela grande do CO2 captado.

Imbaúba – Imagem Ricardo_D’Almeida

Fora do ambiente terrestre, o fitoplâncton marinho é o grande “devorador”. Trata-se de um conjunto de seres vivos microscópicos que flutuam em enorme quantidade pelos oceanos e têm alta capacidade de absorção de CO2. Ao mesmo tempo, eles têm pouca biomassa (tecido orgânico), por isso respiram menos, roubando pouco do nosso precioso oxigênio e ingerindo um montão do nocivo CO2.

angela83.wordpress.com (imagem )

Hoje o CO2 não é somente eliminado pelos processos naturais metabólicos dos seres vivos, mas também das queimadas de florestas, combustíveis fósseis entre outros! Por esse motivo a importância da arborização pública e de parques urbanos, onde o acúmulo de CO2 na atmosfera é bem maior. Com os desmatamentos e a poluição marinha, como vamos conter e equilibrar a quantidade de gás carbônico na atmosfera? Fica pergunta, quantas árvores teremos que plantar para sequestrar todo esse carbono?

Fonte: Mundo Estranho

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