A pesquisa liderada por Katsuhiko Saido, químico e professor da Faculdade de Farmácia da Universidade de Nihon, Japão, foi apresentada anos passado em Washington, no 238º Encontro Nacional da American Chemical Society.
Até então, considerava-se que a principal ameaça do plástico aos animais derivava de problemas de asfixia e estrangulamento causados em criaturas que comessem ou se prendessem nos detritos – além de ser uma poluição desagradável à vista. Pensava-se que plástico demorava anos para se degradar. Saido, entretanto, afirma que materiais plásticos se decompõem rapidamente quando expostos às condições e temperaturas do mar aberto.
Quando decompostos, se dissolvem em químicos tóxicos que podem facilmente se espalhar pelo ambiente marinho, como o bisphenol A, causa de problemas no sistema hormonal de animais , podendo afetar a reprodução, juntamente com as substâncias conhecidas como oligômeros à base de poliestireno, que não existem na natureza. O isopor libera o monômero de estireno, uma substância reconhecidamente cancerígena, além de outros dois químicos derivados do estireno, que, acredita-se, também possam causar câncer.
O que faremos com esses resíduos no mundo plastificado em que vivemos? Nem tudo pode ser reciclado!
Fonte: Ciência Hoje






Tem muito lixo no mar. Semana passada eu vi uma matéria de uma superfície sólida maior que o território dos Estados Unidos que se formou de lixo no Oceano Pacífico. O mar está muito mais poluído do que a gente pensa. Isso é algo para se preocupar. E falando em salvar a natureza, qualquer notícia positiva é pouco. Aliás, qualquer ação que se faça a favor do meio ambiente é pouco perto da gravidade da situação.
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