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Esta matéria da Revista Época recebi via Twitter da @kelshlemos , achei extremamente interessante, pois diariamente são desperdiçados litros e litros de água tratada pelas privadas mundo afora, talvez no futuro, não tenhamos mais este privilégio, ou melhor, não poderemos mais abusar da água como temos feito.

Um grupo de ecologistas está fazendo barulho contra as privadas atuais, no futuro nenhuma gota de água será desperdiçada e, como bônus, todos terão fertilizante grátis para o jardim. Como? Simples. Vá ao banheiro, faça o que precisa ser feito e, em vez de dar a descarga, despeje no fundo do vaso sanitário uma pá de serragem. Em condições ideais de umidade e temperatura, essa mistura vai se decompor e virar adubo dentro de um compartimento sob a própria privada. Isso já é empregado em Ecovilas.

sanitário seco

Segundo a matéria, o principal problema é o preconceito de usar o adubo feito da compostagem dos dejetos fecais humanos, mas sendo o processo bem feito, não vejo porque seja ruim,  esclarecendo muito bem a população. Além de verificar a viabilidade deste tipo de banheiro para cada caso e local.

 

E qual é o cheiro do sanitário seco?

Supostamente, nenhum. Quando o sistema funciona corretamente, uma reação química entre o nitrogênio das fezes e o carbono da serragem cria uma mistura estável e inodora. Para convencer as pessoas a aderir ao W.C. seco, ativistas fizeram em Chicago, nos EUA, uma experiência. Propuseram o uso do banheiro seco a 35 vizinhos: 22 deles aceitaram. O resultado foi uma “doação” de mais de 7 mil litros de excremento. No Brasil, já existe uma iniciativa: em Pirenópolis, Goiás, o Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado criou um projeto de nome sugestivo: Húmus Sapiens. São banheiros secos, de alvenaria, que custam metade do valor de um banheiro tradicional.

Você sabia que o banheiro é o local onde mais se dá o desperdício de água?

Quero lembrar aos leitores o seguinte: se reduzirmos o consumo de água, também reduziremos o esgoto à ser tratado. Esta é mais uma aternativa para reduzirmos nossa pegada ecológica em relação a água, como descargas que controlam a vazão de água e o reaproveitamento da água usada no chuveiro nas descargas.

Fonte:  Revista ÉPOCA, leia na íntegra,  CLIQUE AQUI↓ , com considerações de Daniela Lima

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